percurso: google maps
história | presente
de acordo com dados dos correios,
a rua aarão reis é predominantemente comercial, mais de 85%, e com os
poucos domicílios presentes caracterizando-se por serem constituídos de casas,
sobrados ou similares.
rua aarão reis - 2010
via de ligação entre
a praça rui barbosa e o baixio do viaduto de santa tereza.
vistas da rua aarão
reis a partir da praça da estação
em sua porção norte, situam-se o
museu de artes e ofícios, a estação ferroviária de belo horizonte.
rua aarão reis –
praça da estação ao fundo
nela também se encontra o
edifício central, que abriga equipamentos voltados para o comércio e serviços
populares.
vista do edifício central a
partir da praça da estação
ao longo da calçada lindeira a
esse edifício se encontram os terminais de ônibus da rua aarão reis.
na porção sul da rua, encontra-se
a sede do grupo de teatro espanca e o espaço baixo centro cultural.
teatro espanca - 2017
fachada baixo centro cultural -
2016
também pela aarão reis dá-se
acesso ao baixio do viaduto de santa tereza e à serraria souza pinto.
fonte: https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g303374-d1549804-Reviews-Praca_Rui_Barbosa_Praca_Da_Estacao-Belo_Horizonte_State_of_Minas_Gerais.html
informações urbanísticas e
arquitetônicas relevantes
em março de 2005 foi iniciada uma
grande reforma na região, com obras de urbanização e revitalização entre a
praça rui barbosa e a avenida assis chateaubriand, sendo finalizada em
fevereiro de 2006.foram realizadas as seguintes intervenções na rua:
demolição e reconstrução de pisos; drenagem; iluminação pública; pavimentação
em paralelepípedo e construção de plataforma para pedestres em estrutura
metálica com cobertura em fibra de vidro.
antes da reforma
depois da reforma
fonte:http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomia
MenuPortal&app=politicasurbanas&lang=pt_BR&pg=5562&tax=18405
o uso real do espaço
hoje, ao se alargar o olhar ao
longo da via, o que se percebe são tentativas de interação urbana e ocupação
presentes em todos os espaços, cantos e equipamentos.
muitos imóveis vagos e muitas ofertas de aluguel. grafite dando a cor, janelas quebradas o tom de abandono e a pichação se apropriando de muros, fachadas, placas e impondo uma estética, resistindo, mas também fazendo o baixo pulsar.
na relação direta com o entorno, em especial com o mobiliário urbano, percebe-se no local o emprego ora usual, ora adaptado às necessidades do momento. bancos, por exemplo, se fazem de bancos, mas também camas, mesas e varais para secar a roupa.
talvez seja aqui, entre todos os locais do percurso, o que hoje apresenta maior descompasso em termos de gestão social e desenvolvimento local. após diversas tentativas de retirada, a área persiste ocupada por muitos vendedores ambulantes e conta com um contingente significativo de pessoas em situação de rua, que não possui acesso à moradia e serviços básicos.
elo que liga dois pontos
importantes das manifestações culturais de resistência na capital - a praça da
estação e o viaduto de santa tereza – a rua aarão reis também se comporta como
um corredor cultural onde são realizados eventos que contam com apresentações
musicais e circenses, teatro, sarau de poesias, oficinas sobre políticas
públicas, feira de artigos novos e usados, entre outros.
ocupação cultural - 2017
fatos, personagens marcantes, curiosidades
nascido em 2004, o grupo espanca!
já criou 7 peças de teatro e um conjunto
de obras alinhadas à encenação de dramaturgias contemporâneas. há 5 anos, mantém
um espaço cultural na rua aarão reis, aberto a propostas artísticas de diversas
linguagens.
mais: http://espanca.com/
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serraria souza
pinto





































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