praça sete de setembro - belo
horizonte 1940
fonte: arquivo público da cidade
de belo horizonte
entre 1942 e 1944, foi construído
um dos seus marcos: o conjunto arquitetônico da pampulha. encomenda do prefeito
em exercício juscelino kubitschek ao arquiteto oscar niemeyer, tinha o objetivo
pretensioso de enquadrar a cidade na vanguarda mundial, além de especulações
imobiliárias e políticas à parte, valorizar novas áreas distantes do centro.
construção da igreja
da pampulha – anos 40
fonte: acervo mhab
por volta de 1950, a população da
capital de minas, devido ao êxodo rural intenso no estado, praticamente dobrou,
passando de 700 mil habitantes.
esse processo de crescimento
acelerado se estendeu pelos anos 60 do século xx e foi mudando a paisagem, com
casas dando lugar para altos prédios e a pavimentação de áreas verdes trazendo
cada vez menos jus à alcunha de cidade jardim.
construção edifício jk - 1950
fonte: acervo augusto
guerra coutinho
belo horizonte – 1950
fonte: https://stravaganzastravaganza.blogspot.com.br/2014/03/belo-horizonte.html
avenida afonso pena -
década 60
fonte:
acervo william janssen
essa verticalização
intensificou-se ainda mais a partir de 1970, fazendo com que a cidade, que
então já possuía uma população em torno de um milhão de habitantes, perdesse
várias de suas características originais e tivesse seu patrimônio arquitetônico
comprometido.
postal avenida afonso
pena – década 1970
fonte: http://memoria808.blogspot.com.br
trânsito alameda
central praça da liberdade – final anos 1970
esta situação perdurou até a
década de 1980, quando uma desaceleração econômica e uma nova visão acerca do
planejamento urbano,aliada às pressões dos movimentos sociais que se engajavam
na luta pela redemocratização no país,intensificaram um olhar sobre a cidadania.
a reivindicação de direitos urbanos básicos como saneamento, atendimento
médico, educação e transporte público, entrou em pauta, assim como a reflexão
sobre as possibilidades de viver e fruir a cidade com tudo que ela devia
oferecer em termos de conforto, lazer e preservação histórica.
belo horizonte – anos
1980
fonte: http://www.estacoesferroviarias.com.br/rmv_garcas/bhorizonte-rmv.html
a partir de 1990, deu-se a
implementação de diversos programas que intentavam a participação popular sem,
contudo, deixar claro como ela aconteceria e qual seria o seu papel efetivo nos
projetos e decisões. com vistas nas melhorias urbanas, sociais e de preservação
da memória,várias mudanças começaram a acontecer por todas as regiões, mas
principalmente na área central da cidade.
belo horizonte – anos
1990
fonte: https://pt.slideshare.net/SergioVasconcelosAraujo/
belo-horizonte-anos-90/2?smtNoRedir=1
com os altos e baixos das
governanças e do relevo, belo horizonte chegou ao século xxi contando quase 2,4
milhões de habitantes, distribuídos em 331 km².
hoje, com pouco mais de um século de vida, é uma das maiores cidades do
brasil, sendo considerada a quarta economia. tendo a região metropolitana
composta por 34 municípios, a cidade é dividida em nove administrações
regionais, aproximadamente 160 bairros e, segundo dados da prefeitura, conta em
2017 com cerca de 270 loteamentos clandestinos, a maioria sem infraestrutura
como saneamento básico, ruas asfaltadas e iluminação pública.
belo horizonte – 2017
fonte: https://www.facebook.com/tvalterosamg/
resumindo:
linha do tempo da
cidade de belo horizonte














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