percurso: google maps
história | presente
o primeiro grande corredor
mercantil da cidade, que se inicia na praça rui barbosa e termina na avenida do
contorno, é também "a rua mais camarada de todas: sempre disposta a fazer
uma diferença, para você virar freguês", no belo horizonte afetivo de
drummond.
rua dos caetés – início do século XX
fonte: http://www.jorgeespeschit.com.br/bh_
localizada na porta de entrada
dos materiais para a construção da nova capital mineira, a estação ferroviária,
foi considerada até a década de 1930 a artéria comercial da cidade.
trecho da rua caetés – data indefinida
fonte: http://www.ibamendes.com/2011/09/fotos-antigas-de-cidades-de-minas_983.html
de fato, instalaram-se por lá
estabelecimentos representativos da época. na foto a seguir a rua dos caetés
esquina com rua rio de janeiro, nos anos 1930. à esquerda a antiga casas
pernambucanas e à direita a casa bleriot e o seu icônico 'farol'
fonte: curraldelrei.blogspot.com/
fonte: http://bhnostalgia.blogspot.com.br/2012/02/fabrica-de-ladrilhos-lunardi-machado.html
lojas como “a esperança”, mais importante
armazém transferido do curral del rey; a casa salles, especializada no comércio
de armas e pesca e fundada em ouro preto
em 1881.
casa salles - 1910
foto: beto novaes/em/d.a press
e que se mantém em atividade até hoje.
fonte: http://www.jorgeespeschit.com.br/bh_
onze anos depois da inauguração da
capital, a caetés abrigaria também o cine teatro comércio. o prédio de cúpula e
ornamentação com guirlandas e ramos, foi um dos mais nobres espaços culturais
da cidade até 1922.
a edificação representa um marco
em belo horizonte, já que foi a primeira a ter mais de quatro andares na
capital. seu teatro tinha capacidade para atender 800 pessoas. depois do espaço
cultural, o lugar abrigou o banco comércio e indústria e, hoje, pertence ao
sesc-mg.
fonte: http://www.jorgeespeschit.com.br/bh_debate_cate_interna.php?codPost=849
informações urbanísticas e
arquitetônicas relevantes
no seu percurso prédios de
diversos estilos arquitetônicos, como ecletismo, modernismo e art-déco, são
encontrados e marcam as diferentes épocas da construção de belo horizonte como
centro urbano.
em função de seu alto valor
histórico, segundo consta no portal da pbh, a rua dos caetés foi definida pelo
conselho deliberativo do patrimônio cultural da cidade como área de conjunto
urbano, tendo o maior número de tombamentos isolados em uma única rua na capita
- 51 imóveis tombados.
primeira via a ser tratada dentro
das diretrizes do projeto caminhos da cidade, teve em 2004 o início de uma
série de obras implementadas, dentro do programa de revitalização da área
central de belo horizonte chamado programa centro vivo.
o uso real do espaço
ao passear hoje pelos quarteirões
iniciais, percebe-se o colorido dos prédios um pouco mais desbotado, um bom
nível de preservação dos equipamentos urbanos, muitas pessoas, carros demais,
alguns grafites e diversas pichações, evidenciando as várias facetas de
apropriação desse espaço.
fatos, personagens marcantes,
curiosidades
a rua dos caetés abrigava a drogaria
de seu modesto araújo, que veio a se tornar a mais importante rede de farmácias
de minas gerais.
figura marcante na rua dos
caetés, zé dos lotes, como ficou conhecido, tratou de comprar vários terrenos
no local que, imaginava, fariam parte do ponto comercial determinado pela
comissão construtora em 1895. com o tempo, sua previsão certeira lhe garantiu a
fama de ser um dos homens mais ricos da capital.
mais: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/noticia.do?evento=portlet&pAc=not&idConteudo=102513&pIdPlc=&app=salanoticias
a rua dos caetés, situada na
histórica região hoteleira e boêmia da capital, fazia parte do chamado
“quadrilátero da zona” devido aos diversos estabelecimentos de prostituição que
abrigava.
e segue pela rua rio de janeiro –
via de acesso à próxima parada
(não será analisada nesse percurso)
percurso: google maps
rua guaicurus...


















































