percurso: google maps
história | presente
situado nos antigos edifícios
tombados onde funcionavam a estação ferroviária central de belo horizonte e
estação oeste de minas, o museu de artes e ofícios foi anunciado no ano 2000
como uma parceria entre instituto cultural flávio gutierrez (icgf), entidade
privada sem fins lucrativos, o ministério da cultura e a cbtu − companhia
brasileira de trens urbanos.
informações urbanísticas e
arquitetônicas relevantes
com obras iniciadas em 2001, o
mao ocupa parte das áreas de embarque e jardins onde ainda funciona a principal
estação do metrô da cidade.
inaugurado em 14 de dezembro de
2005 e instalado em um espaço de mais de 15.000 metros quadrados, segundo dados
do site oficial, foi aberto ao público em janeiro de 2006. fruto de um trabalho
minucioso de restauração, foi planejado para receber uma importante coleção
organizada ao longo da vida por ângela gutierrez, presidente do icfg. conta com
um acervo composto por cerca de 2.500 peças, representativo da história do
trabalho pré-industrial no brasil.
a recepção do museu se dá em um
grande saguão de entrada, onde também acontecem shows musicais e palestras.
além de salas de exposição, espaços administrativos e de apoio, ainda possui
uma loja e um café que hoje está sob a gestão do restaurante do sesi.
o uso real do espaço
sua estrutura imponente torna-o o
elemento mais destacado da praça e suas atividades, promoveram alterações no
caráter do público do espaço, atraindo turistas nacionais e internacionais,
além de representantes de setores mais abastados da população (“classe a e b”).
com funcionamento de terça a
domingo e nos feriados, o mao foi visto com ressalva por alguns, à época de sua
inauguração, por se tratar de um espaço pago, mesmo tendo em conta horários de
visitação gratuita durante todos os dias da semana e aos sábados, não havendo
cobrança de ingressos.
hoje, apesar de procurar oferecer
uma vasta programação cultural, gratuita e permanente e da localização em uma
região popular, que conta com a presença do metrô, tem-se a frequência de um
público homogêneo, e que mesmo variando de acordo com o tipo de evento é quase
sempre formado por universitários, professores universitários, artistas,
profissionais liberais. mesmo as portas do prédio estando sempre abertas nos
horários de funcionamento, a presença de seguranças, e a imponência do prédio parece
intimidar a entrada de algumas pessoas.
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chegada-praça
rui barbosa | praça da estação





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